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Manifestação contra violência em ato estudantil trava trânsito na D. Pedro I, em Campinas

Protesto na região da Unicamp causa trânsito e lentidão na Rodovia Dom Pedro, em Campinas A Rodovia D. Pedro I (SP-065) registrou congestionamento na manhã ...

Manifestação contra violência em ato estudantil trava trânsito na D. Pedro I, em Campinas
Manifestação contra violência em ato estudantil trava trânsito na D. Pedro I, em Campinas (Foto: Reprodução)

Protesto na região da Unicamp causa trânsito e lentidão na Rodovia Dom Pedro, em Campinas A Rodovia D. Pedro I (SP-065) registrou congestionamento na manhã desta terça-feira (12) em Campinas (SP). De acordo com a concessionária que administra a via, o trânsito era consequência de um protesto na Avenida Guilherme Campos. A manifestação ocorreu na rotatória que dá acesso às universidades e afeta o tráfego de veículos nas marginais do km 137. A lentidão também atingiu o acesso à rotatória que liga à Avenida Adolfo Lutz, acesso ao Hospital de Clínicas e a uma das entradas da Unicamp. Por volta de 9h, a Rota das Bandeiras informou que o trânsito havia sido liberado na avenida, embora ainda houvesse reflexos na D. Pedro I. A região de Barão Geraldo também registrou pontos de lentidão, mas tendência é que trânsito melhore. 📲 Participe do canal do g1 Campinas no WhatsApp Entenda a manifestação A EPTV, afiliada da TV Globo, apurou que o protesto seria ligado à Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). Segundo informações divulgadas no site do Sindicato do Trabalhadores da instituição, ocorreria uma panfletagem no início da manhã e um ato às 9h. O grupo se manifesta contra a violência registrada durante um ato ocorrido na segunda-feira (11) na frente da Secretaria de Educação do Estado. A Polícia Militar usou bomba de gás para dispersar manifestantes, e houve troca de agressões com um vereador. Alunos e trabalhadores da USP, Unesp e Unicamp estão em greve por melhorias na permanência estudantil, estrutura das universidades e benefícios. O Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp (STU) reivindica: reajuste em benefícios como o vale-alimentação, vale-refeição e auxílio saúde; garantia de recursos para progressões; implementação do "Descongela Já" e pagamentos dos retroativos; e críticas à falta de diálogo na aprovação da autarquização da Área da Saúde. Os trabalhadores esperam retomar as negociações com o Conselho de Reitores das Universidades Estaduais (Cruesp). Segundo o STU, a reitoria da Unicamp informou que uma nova reunião de negociação foi agendada para quinta-feira (14). O que diz a Unicamp Protesto causa congestionamento na Rodovia D. Pedro I em Campinas nesta terça Rota das Bandeiras/Divulgação Procurada, a Reitoria da Unicamp informou que mantém diálogo contínuo com as entidades estudantis e direções das unidades do campus de Limeira (FCA/FT) e de Campinas reafirmando o compromisso com a busca de soluções consensuais. "A Administração Central prioriza o aprimoramento das políticas de permanência, incluindo moradia, transporte e auxílios, por entender que o suporte ao estudante é fundamental para a manutenção da excelência e da qualidade do ensino que caracterizam a instituição. Estudos contínuos seguem em pauta para viabilizar melhorias no âmbito das possibilidades orçamentárias". A Reitoria destacou também que valoriza o ambiente acadêmico, prezando pela segurança jurídica e pelo desenvolvimento das atividades com o rigor técnico e pedagógico necessários à formação de seus alunos. Manifestantes protestam em rotatória na entrada da Unicamp, Campinas Johnny Inselsperger/EPTV VÍDEOS: Tudo sobre Campinas e Região Veja mais notícias sobre a região na página do g1 Campinas.

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