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Construtora é condenada a pagar R$ 1,5 milhão por danos morais após morte de funcionário em obra de condomínio de luxo em Jundiaí

Tribunal Regional do Trabalho em Jundiaí (SP) Portal CNJ Uma construtora foi condenada, nesta segunda-feira (9), a pagar R$ 1,5 milhão de indenização por da...

Construtora é condenada a pagar R$ 1,5 milhão por danos morais após morte de funcionário em obra de condomínio de luxo em Jundiaí
Construtora é condenada a pagar R$ 1,5 milhão por danos morais após morte de funcionário em obra de condomínio de luxo em Jundiaí (Foto: Reprodução)

Tribunal Regional do Trabalho em Jundiaí (SP) Portal CNJ Uma construtora foi condenada, nesta segunda-feira (9), a pagar R$ 1,5 milhão de indenização por danos morais coletivos após um funcionário morrer enquanto trabalhava em obra de condomínio de luxo, em Jundiaí (SP). O acidente aconteceu em junho de 2023. Segundo apurado pela TV TEM, a vítima foi atingida por uma caçamba com mais de uma tonelada de pedrisco que despencou de uma altura de dez metros. 📲 Participe do canal do g1 Sorocaba e Jundiaí no WhatsApp As investigações apontaram falhas na manutenção da caçamba, como a barra de suporte que não suportava o peso da carga. A indenização será revertida a entidades públicas de assistência social indicadas pelo Ministério Público do Trabalho. LEIA TAMBÉM Supermercado e empresa de lazer são condenados a indenizar família de criança após comentário de funcionárias sobre piolho A Justiça também determinou que o grupo cumpra imediatamente 14 medidas de segurança em todas as obras. Caso as medidas não sejam cumpridas, a empresa será multada diariamente em R$ 50 mil. Em nota, o Grupo Santa Ângela, a companhia condenada, disse que a morte do funcionário foi um "fato único em mais de quatro décadas de história", e que tem que respeita rigorosamente as normas estabelecidas para a segurança dos trabalhadores, fornecendo os equipamentos de proteção individual (EPI) e treinamento sobre procedimentos de segurança. "Além disso, todas as obras da Santa Angela contam com equipes próprias de técnicos em segurança do trabalho, que fiscalizam diariamente os operários e as empresas terceirizadas. Favorecemos o diálogo e as inspeções por todos os agentes de fiscalização do trabalho, sendo MTE, CEREST e MPT, demonstrando que os interesses de zelo pela saúde física e mental dos operários, são convergentes", disse. "Há época dos fatos, a Santa Angela prestou assistência integral ao colaborador e sua família. A decisão publicada na data de hoje não é terminativa, podendo a empresa se valer dos meios recursais previstos em lei", completou. Veja os vídeos que estão em alta no g1 Veja mais notícias da região no g1 Sorocaba e Jundiaí

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